INTRODUÇÃO
O
presente trabalho, visa abordar o tema referente; fenómenos psíquicos. Este vai desenvolvendo-se a partir dos
seus conteúdos a saber: A sensação, a percepção, a memória, o pensamento e
linguagem, e a imaginação; Porém, como marca-se a introdução, então é
necessário fazer um prólogo daquilo que vai dizer o trabalho.
Os
processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma
refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falarei dos
cinco processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento,
e a imaginação.
- Sensação:
-conceito;
-classificação;
-Leis gerais;
-Importância.
- Percepção:
-Conceito;
-Caracterizar tipos de percepção;
-Importância.
- Memória:
-Conceito;
-Descrever processos ou bases;
-Caracterizar tipos da memória;
-Perfurações da memória;
-Esquecimento e importância.
- Pensamento
e linguagem:
-Conceito;
-elementos;
-Tipos;
-Casos para resolução de problemas;
-Interacção e linguagem.
- Imaginação:
-Conceito:
-Tipos de conceito;
-Factores que influenciam;
-Importância.
FENÓMENOS PSÍQUICOS OU COGNITIVOS
São
processos subjacentes à elaboração de conhecimento.
Os
fenómenos psíquicos são muito
complexos porque implicam um conjunto de estruturas que recebem, filtram,
organizam, modelam, retêm os dados provenientes do meio.
Cognição,
por outro lado designa o conjunto de processos de conhecimento através de quais
um organismo adquire. Trata, conserva, pondera e explora informação e por outro
lado, o resultado mentais desses processos, isto é, os conhecimentos
propriamente ditos.
As
habilidades mentais criam-se e transformam-se em consequências da crescente
maturidade fisiológica e da interacção permanente entre o indivíduo e o meio
ambiente circundante.
A
cognição tem uma importante função adaptativa e o seu desenvolvimento permite
uma progressiva complexidade, flexibilidade e sofisticação da capacidade de
resolver problemas (cfr. Cebroemente. Weebly. Com /processos).
Os
processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma
refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falarei dos
cinco processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento,
e a imaginação.
- SENSAÇÃO
Sensação
é um fenómeno da consciência elementar resultante da excitação de um órgão dos
sentidos provocados por um estímulo interno ou externo. É uma a preensão
imediata do objecto através de estímulos proporcionados pelos órgãos do
sentido, como audição, visão, tacto, paladar e olfacto
(cfr.www.dicionarioinformal. com br/sensação).
Sensação
é uma intuição por meio da qual a consciência apreende algumas qualidades (som
saber e entre outros) pelos quais os objectos se apresentam ao nosso
conhecimento.
1.1.
As condições físicas e fisiológicas da
sensação
ü A
sensação é um estado de consciência, dado imediato da actividade psíquica;
ü Necessariamente
o espírito e a realidade exterior existam uma relação na qual os objectos por
seguinte fenómenos antecedentes:
a)
Excitação:
Fenómeno de natureza físico-química, provocado por um excitante ou estímulo que
actua sobre o órgão sensorial. Os excitantes são compostos de duas (2) formas a
saber: de natureza física (calor, o som, a luz) e de natureza química (sabor).
b)
Impressão:
fenómeno de natureza fisiológica representando a modificação nervosa provocada
pelo excitante.
c)
A condução/transmissão:
Por meio da actuação excitante é transmitida a corrente nervosa ou influxo
nervoso (velocidade relativamente lenta) até ao centro nervoso cerebral.
A
sensação é o fenómeno psíquico condicionado por estes antecedentes físicos e
fisiológico, com a finalidade de repercussão da consciência. A vida psíquica se
manifesta por três (3) aspectos cognição /representativo, afectivo e activo.
ü Aspecto afectivo:
Caracteriza-se por ser inicial e fundamental,
significando a modificação agradável ou desagradável provocado pelo
sujeito.
ü Aspecto representativo:
É uma intuição o conhecimento de uma realidade pela qual o sujeito se manifesta
ao outro sujeito.
Ø Aspecto activo:
É um movimento de adaptação dos órgãos sensoriais.
1.2.
Características da sensação
Qualidade
ou modalidade, duração, cinge-se no tempo psicológico ou a duração vivida, a
intensidade, a clareza, luminosidade e ponderabilidade (sensações, ligeira,
pesadas, espessas, constante e outros).
1.3.
Classificação da sensação
As
sensações classificam-se conforme as excitações que provem do exterior e
interior do organismo, porem,
denomina-se por: de natureza externa/ periféricos e de natureza interna.
Na
natureza externa ou periférico: são provocados por instintos existentes no meio
exterior e classificados por órgãos sensoriais (visuais, auditivos, gustativos,
olfactivos e tácteis).
Natureza
interna é proveniente de excitações do interior do organismo (fome, sede, enjoo
fadiga e náuseas).
1.4.
Importância da sensação
Ø Tomamos
conhecimentos do mundo em redor (Jonas, cores, cheiros, tamanhos), graças aos
órgãos dos sentidos;
Ø São
primeiros elementos que nos põem em contacto com a realidade e facilitam a
apreensão ou a captação da mesma;
Ø É
através dos órgãos dos sentidos que recebem, seleccionam e acumulam a
informação transmitem ao cérebro, surgindo o reflexo adequado do mundo
circundante e ao próprio organismo.
- PERCEPÇÃO
A percepção é um dos campos mais
antigos dos processos fisiológicos e cognitivos envolvidos. Os primeiros ao
estudar com profundidade a percepção foram Hermann von Helmholtz, Gustav Theodor Fechner e Ernst Heinrich Weber, A Lei de Weber-Fechner é uma das mais antigas relações quantitativas da psicologia experimental e
quantifica a relação entre a magnitude do estímulo físico (mensurável por instrumentos) e o seu efeito percebido
(relatado). Mais adiante Wilhelm
Wundt fundou o primeiro laboratório de
psicologia experimental em Leipzig em 1879 (https://pt.wikipedia.org/wiki/Percepção 18:00).
A
percepção resulta da coordenação destes dados sensoriais e da atribuição do seu
conjunto a um determinado objecto de forma a obter a seu respeito uma
representação clara e distinta. Sensação, como dado imediato da consciência, e
a percepção, como síntese mental cuja organização depende da experiencia.
A
percepção obedece a lei da reintegração ou da totalização, a a qual refere-nos
a propósito da associação dos conhecimentos.
Trabalho
perceptivo exige uma pedagogia dos sentidos que começam nas primeiras fases da
vida infantil e prossegue nos adultos (ARESTA,
1961: 224-226).
Percepção
é a maneira como nós vamos, julgamos, conceituamos, qualificamos as coisas no
mundo e em nós mesmo (cf.www. dicionarioinformal. Com. br/percepção.)
2.1.
Tipos de percepção
A percepção
consiste em dois (2) tipos que são:
Percepção externa:
Caracteriza-se por um juízo de exterioridade, um trabalho de objectivação que
consiste em perceber as coisas a uma certa distancia, com uma determinada
extensão. É de carácter sensorial inerente a uma realidade exterior, com
objecto de manifestar a consciência por intermédio dos órgãos sensoriais,
também distingue-se a percepção dos objectos a percepção do nosso
organismo.
Percepção interna:
Tem por objecto a realidade interna ou realidade psicológica, os próprios
estados de consciência do sujeito, apreendidos introspectivamente e atribuídos
a um eu; Uma personalidade capaz de ou estrutura e dar unidade formal á
multiplicidade dos fenómenos psíquicos.
No
carácter intelectual, é por meio da qual a consciência realeza a sua mais
elevada função de síntese, de coerência mental que conduz á formação da
personalidade (ARESTA, 1961:226).
2.2.
As teorias da percepção
Segundo
ARESTA (1961:228), distingue duas (2) teorias a saber:
a)Teoria nativista:
A percepção desempenha as relações, as sensações, visuais em relação as
sensações auditivas e estereofónicos, e em relação as sensações tácteis e quânticos.
b)A teoria genética: Supõe
que o carácter especial da percepção não esta ainda na intuição sensível.
Portanto, a percepção define-se como uma construção complexo, uma síntese
mental de vários fenómenos psíquicos como sensações, imaginação, ideias, juízos
e racionais que o espírito evoca e fórmula a propósito de uma intuição
sensível, num mesmo estado de consciência, uma representação tão clara (ARESTA:1961;220-221)
2.3. Importância
de percepção
A percepção está ligada
a atenção: A atenção constitui a fase inicial da
percepção e a principal forma de organização da actividade cognitiva. A atenção
é indispensável à percepção, interpretação, compreensão, imaginação, uma
assimilação, recordação e reprodução.
Durante
a um qualquer ensino a atenção ajuda a compreensão, a apreensão da essência das
tarefas, ajuda a sua resolução e verificação.
- MEMÓRIA
A memória é a capacidade de
registar, armazenar e evocar as informações recebidas e processadas pelo
organismo. Ela é provavelmente uma das funções mentais mais estudadas pela
psicologia cognitiva, juntamente com a linguagem e a inteligência. Talvez isso
se deva ao fato de que é relativamente simples solicitar a memorização e
recordação de informações através das experiências. Contudo, existe um número
expressivo de modelos de memória, categorizando-as de várias formas.
É um sistema de
armazenamento que permite reter a informação aprendida e permite evocar essa
mesma informação, isto é, permite lembrar de informação retida anteriormente,
mas a sua representação na memória não é uma reprodução fiel.
Fases da
memória
O processamento da informação
dá-se em três fases:
Ø Codificação,
Ø Armazenamento,
Ø Recuperação
A codificação é a primeira fase da memória que prepara as informações sensoriais para
serem posteriormente armazenadas no cérebro. Baseia-se na tradução de dados num
código, que pode ser acústico, visual ou semântico.
Por exemplo: A afirmação «O
mar é azul.», Pode-se codificar o seu conteúdo como:
Uma imagem de sinais que são
letras (código visual);
Uma sequência de sons (código
acústico);
Tomar consciência do
significado da afirmação e o que ela representa (código semântico)
Armazenamento
Na recuperação, recupera-se uma informação, ou seja, lembramo-nos,
evocamos, recordamos uma informação. A recuperação pode ser automática
(lembramos de quando nascemos) ou pode requerer uma maior complexidade para
recuperarmos algo (como por exemplo uma lei da física). O segundo tipo de
recuperação, já não é tão automático, requer dois momentos: o reconhecimento e
a evocação. O reconhecimento é quando tentamos lembrarmos se aprendemos a tal
lei da física recorrendo ao ano de escolaridade e só depois é que vamos
procurar o conteúdo dessa lei, processo chamado de evocação. Para nos lembrar
da lei da física tivemos de seguir estes processos/pistas.
A memória é composta por seguintes operações
ou processos: aquisição, fixação, evocação, o reconhecimento e a localização das
informações resultantes da percepção e aprendizagem.
A
memória é uma reconstrução, recordação, em ambiente diverso dum estado de
consciência anterior ou passado. É um poder que a capacidade ou espírito tem de
reter, recordar, lembrar e reconhecer os estados de consciência anteriormente
apreendidos, (ARESTA 1961 pp:233-234).
O
essencial deste fenómeno da memória, o que caracteriza psicologicamente é o
reconhecimento, essencial por meio dum juízo que estabelece a relação entre o
passado e apresente.
3.1.
Os tipos de memória
Existe três tipos de memória que são:
ü
Sensorial,
ü
A
curto prazo e,
ü A longo prazo.
Memória sensorial:
a memória sensorial é um tipo de memória que tem origem nos órgãos sensitivos.
As informações obtidas pelos sentidos são armazenadas por um curtíssimo espaço
de tempo (0,1 a 2 segundos). Se a informação armazenada não for processada
perde-se se for passa para a memória a curto prazo.
Memória a curto prazo: este tipo de memória retém informação durante um período
limitado de tempo, podendo ser esquecida ou passar para a memória de longo
prazo. Na memória a curto prazo pode-se distinguir duas memórias: memória
imediata e memória de trabalho.
Memória imediata:
a informação recebida fica retida durante um curto período de tempo (cerca de
30 segundos). Investigações efectuadas vieram mostrar que podemos conservar
sete elementos (letras, palavras, algarismos, etc.), variando entre cinco e
nove unidades.
Memória de trabalho:
neste tipo de memória mantemos a informação enquanto ela nos e útil. A memória
de trabalho reporta-se as actividades mentais em que o objectivo não é a sua
memorização, mas que, não obstante disso, implicam uma certa memorização para
se poderem aplicar de modo eficaz. Este tipo de memória é utilizada por exemplo
quando o patrão pede que no dia seguinte cheguemos uma hora mais cedo, manterás
na memória esta informação, que irá ser esquecida depois de a teres cumprido o
pedido, ou seja, depois de teres chegado uma hora mais cedo.
Qualquer informação que tenha estado na memória
a curto prazo e que se perca, estará perdida para sempre, só se mantendo se
passar para a memória de longo prazo.
Tipos de Memória a Longo Prazo: Memória declarativa e Memória não-declarativa. Memória declarativa também pode ser designada por explícita ou memoria com registo, (implica a consciência do passado, levando a reportarmo-nos a acontecimentos, fatos e pessoas que conhecemos/ aconteceram no passado).
Tipos de Memória a Longo Prazo: Memória declarativa e Memória não-declarativa. Memória declarativa também pode ser designada por explícita ou memoria com registo, (implica a consciência do passado, levando a reportarmo-nos a acontecimentos, fatos e pessoas que conhecemos/ aconteceram no passado).
Distinguem-se, neste
tipo de memória, dois subsistemas: a memória
episódica e a memória semântica;
Episódica quando
envolve eventos datados, recordações (rosto de amigos pessoas famosas, músicas,
fatos e experiências pessoais) ou seja relacionados com o tempo.
Semântica Abrange
a memória do significado das palavras. Este tipo de memória refere-se ao
conhecimento geral sobre o mundo (fórmulas matemáticas, regras gramaticais,
leis da química, fatos históricos, etc.
Memória não-declarativa –
Difere-se da memória declarativa, porque esta não precisa ser
declarada (enunciada). É uma memória automática. É a memória usada para
procedimentos e habilidades, como por exemplo: andar de bicicleta, jogar bola,
atar os cordões, lavar os dentes, ler um livro, etc. A memória não declarativa também pode ser
designada por memória implícita ou sem registo.
3.2.
Os processos da memória
ü Aquisição:
Consiste no contacto com a informação.
ü Fixação:
Para a fixação exige alem da adequada aquisição a repetição.
ü Evocação/ Reprodução: consiste
na lembrança do material fixado. É a reaparição na consciência de um fenómeno
passado. As informações armazenadas tentam a ser evocadas junto das informações
falsas.
ü Localização:
consistem em situar, em localizar as recordações no trama na nossa história
interior em dispô-las, uma as outras de forma a marcar-lhes o local próprio no
tempo e no espaço, para estabelecer a sua cronologia íntima e pessoal.
ü Reconhecimento: identificação
e uso de informações correctas, e as que vierem unidos são rejeitados. Consiste
em referir no passado as nossas experiencia, lembranças, enquadrando as num
contexto de factos das nossas experiências pessoais.
3.3.
Importância da memória
A
memória facilita organizar, fixação e a retenção do que é apreendido, aderido
assim como a sua evocação, quando essa informação for necessária. É a memoria
que conserva o passado e permite incorpora-lo na estruturação cognitiva do ser
humano.
Esquecimento é
uma condição própria selectiva afastada em determinada situação o material que
não útil ou necessário. É um fracasso do esforço evocativo ou impossibilidade
de reproduzir o passado. Os factores de esquecimento: vastidão da matéria,
irrelevância do conteúdo.
4. PENSAMENTO
E LINGUAGEM
4.1.
Pensamento:
É
um processo cognitivo de tratamento das informações que inclui elaboração dos
sensoriais, armazenamento a e resolução mental problematização.
Pensamento
é um processo mental que permite ou faculdade do sistema mental.
Pensamento
é sistema mental que permite aos seres modelarem o mundo e com isso lidar com
ele de uma forma efectiva e de acordo com suas metas, planos e desejos (cf. Pt wikiquo. Org/ wiki/ pensamento).
4.1.1.
Elementos de pensamento
O
pensamento é composto por duas habilidades de raciocínio distintas: O
pensamento criativo e o pensamento crítico. Este é o princípio universal do
pensamento.
Pensamento
criativo tem de ser apartado do pensamento crítico. Nessa postura habitual é
não distinguir essas duas habilidades, ao contrário, tendamos a sobrepô-las. E
o pensamento critico é yang, ao passo que o pensamento criativo.
4.1.2.
Importância do pensamento
Permite
reflectir de uma forma generalizada a realidade objectiva sob a forma de
conceitos, leis, teorias e suas relações. Ajuda ao homem a superar as suas
dificuldades desde as mais travais ate as mais compostas. Permite a
planificação e a organização lógica dos procedimentos a ter em conta na aula;
Permite
a reflexão sobre uma actividade para encontrar as mais adequadas soluções;
Mudanças
dos métodos habilidades de resolução das tarefas colocadas. É um factor de
ligação entre concreto e o abstracto.
4.1.3.
Os tipos de pensamento
ü Pensamento crítico:
é colocar o pensamento em crise. Quando alguma coisa deriva de fazer sentido ou
a realidade não mais nas atendes.
ü Pensamento Criativo:
é pensamento inventivo, que cria as novas possibilidade.
ü Pensamento Rigoroso/
Sistemático: Aquele que pressupõe uma sistematização.
Para ilustrar isso pensemos no trabalho de um detective, é feito de
levantamentos hipotéticos, e cada hipótese é verificada ate que uma seja
avaliada, e se passa para o próximo estágio.
ü Pensamento Radical:
é o pensamento que vai a fundo. Esgotar uma hipótese é uma atitude radical,
pois chega as raízes.
ü Pensamento Abrangente: visualizar
tudo o que está à volta. É pensar em todas as possibilidades para que haja
menor de erro.
ü Pensamento Reflexivo:
é aquele que se dobra sobre o próprio pensamento. Pensar de novo o já passado.
O pensamento é uma faculdade natural do pensar humano, o tempo todo está
pensando, porém a retomada.
ü Pensamento Autónomo:
é o que constrói coisas a partir de experiencias. O pensamento autónomo pode
ser idealizado através do processo dialéctico, onde se tem ideais distintas, e
ao partir dai se constroem novas sínteses. A compreensão destes moldes do
pensamento favorece na articulação das mesmas (cfr.http:// www. Google.om.mt/ seareh)
4.2.
Linguagem
É
uma capacidade de receber interpretar e emitir informações ao meio ambiente.
Por meio de linguagem podem-se trocar informações e deserdaria formas de
compreensão e de expressão. A linguagem reflecte a capacidade de pensamento,
então se uma pessoa tiver um transtorno do pensamento sua linguagem poderá ser
prejudicado juntos aos processos cognitivos é que a linguagem se desenvolve e
se as a habilidades das funções mentais são crescentes assim recursos
linguísticos.
O
pensamento está socialmente condicionado e ligado com a linguagem, a fala o
pensamento humano é impossível sem língua. Qualquer pensamento surge e se
desenvolve em ligação indissolevente com a linguagem.
4.2.
A resolução de problemas
Na
família Thompson há cinco irmãos, e cada irmão tem uma irmã. Se contarmos a Sra.
Thompson, quantas mulheres há na família? Esses problemas, emprestados de
Stemberg (1986,p.214), são excepcionalmente simples, mas muitas pessoas não
conseguem soluciona-los. A resposta para o primeiro problema é: existem duas
mulheres na família. As únicas mulheres na família Thompson são a Sra. Thompson
sua única filha, que é irmã de cada um de seus irmãos. A resposta para segunda pergunta é: nenhuma. Se você seleccionou
os nomes da lista, eles estão listados nela. Porque tantas pessoas eram na
solução desses problemas tão simples? Você saberá num momento, quando
discutirmos as barreiras à solução eficiente de problemas. Mas, antes disso,
examinemos um esquema para classificar problemas em alguns tipos básicos.
4.3.
Tipos de problemas
Para
Freud cit. Davidoff (2001), a solução de problemas refere-se a esforços activos
para descobrir o deve ser feito para alcançar um objectivo que não está
prontamente disponível. Ei-los:
Problema de estrutura
indutiva e problema de disposição.
No
primeiro, o participante deve descobrir as relações entre as partes do
problema. Os problemas de completar a série e os de analogias, por exemplo,
problemas de estrutura indutiva. E no segundo, o participante deve arranjar as
partes de modo a satisfazer algum critério. Elas podem usualmente ser
arranjadas de varias formas, mas apenas um ou alguns dos arranjos formam a
solução (p.233-234).
4.4.
Importância do pensamento e da linguagem
Estes
dois processos são tão importantíssimos para a construção do perfil de qualquer
indivíduo. Dado que, em primeiro lugar, estão directamente relacionados, pois
ambas agem em um processo condicionado, estando ligados, uma vez que a
linguagem necessita do pensamento para ser efectuada. A relação entre o sujeito
e a realidade se faz sempre mediada pelo outro. É através da linguagem, por
desta e, da interacção, que se adquire um conhecimento nas relações
interpessoais. A linguagem é, ao mesmo tempo, um processo individual e um
processo social. Sendo assim, a fala humana é um comportamento de uso de signos
dos mais importantes ao longo do desenvolvimento. Por isso, através da
linguagem, a criança supera as limitações que existem no meio em que vive,
podendo controlar seu próprio comportamento. Por meio da linguagem o indivíduo
consegue expor o pensamento e colocar-se, distinguindo-se assim dos seres vivos
(Vygotsky, 2005, p.5) (http:/www.scibd.com/doc.15641045/resumo-pensamento-e-linguagem-corrigido).
- IMAGINAÇÃO
Imaginação é uma capacidade mental que
permite a representação de objectos segundo
aquelas qualidades dos mesmos que são dadas à mente através dos sentidos -
segundo a concepção sartriana apresentada em sua obra O imaginário: psicologia
fenomenológica da imaginação. Em alguns, é mais acentuada e em outras
pessoas um pouco mais contida. Se aliada à criatividade, a imaginação pode alcançar resultados surpreendentes
e inovadores. Quando aproveitamos positivamente nossa imaginação, conseguimos
enxergar as coisas de pontos de vista diferentes, estimulando o optimismo e a conscientização.
5.1.
Importância de imaginação
ü A
base da imaginação é as noções da memória que se completam novas operações,
transformando-se em novas percepções.
ü A
imaginação bem equilibrada dá ao indivíduo um certo optimismo e coragem para
enfrentar as dificuldades e vence-las com firmeza e clareza.
ü Alarga
os horizontes da memória e percepção.
ü É
pela imaginação que prevemos o desenrolar dos trabalhos ou das nossas
actividades.
ü
A imaginação salienta
ou sustenta a esperança, cria o futuro mais risonho, belo do que o presente
5.2.
Tipos de imaginação
Na
imaginação encontramos oito tipos de imaginação que são:
5.2.1.
Imaginação
efectiva Combina informações para formar novos
conceitos e ideias. Pode ser guiada ou iniciada por pensamentos aleatórios,
normalmente estimulados por experiências passadas.
5.2.2.
Imaginação
construtiva ou
intelectual É usada quando desenvolvemos diferentes hipóteses a partir das
informações. É originária de uma ideia ou conceito definidos.
5.2.3.
Imaginação
fantasiosa Cria e desenvolve histórias, imagens,
poemas e peças de teatro. Pode partir de algum fato ou experiências pessoais.
5.2.4.
Empatia
É a compaixão, nossa capacidade de nos ligarmos a outras pessoas e sentir o que
elas sentem. É a ligação emocional com outras pessoas, que permite que nossa
mente veja de diferentes perspectivas e realidades, a partir dos sentimentos
das outras pessoas.
5.2.5.
Imaginação
estratégica Habilidade de reconhecer e avaliar
oportunidades, transformando-as em cenários mentais, enxergando benefícios e
malefícios. Em alguns casos, pode ser vista como sabedoria. É formulada a
partir das experiências pessoais, crenças, costumes e cultura da pessoa.
5.2.6.
Imaginação
emocional foca em criar cenários
emocionais a partir da percepção e observação em relação às outras pessoas.
5.2.7.
Sonhos
É a manifestação inconsciente da imaginação por meio de imagens, ideias,
emoções e sensações que ocorrem durante determinados estágios do sono.
5.2.8.
Reconstrução
da memória é o processo de recuperação da nossa
memória a respeito de pessoas, objectos e eventos (há estudos que indicam que a
memória não é fidedigna, ela “muda” com o tempo).
5.3.
Factores que influenciam a imaginação
Os
factores que influenciam na imaginação não são de natureza física e
fisiológica, outras de natureza social e psicológica.
As influências físicas
e fisiológicas: são caracterizadas por seguintes
fenómenos, a raça o meio, clima, o temperamento, a ideia, o sexo, a doença, os
exaltantes nervos e a hereditariedade.
As influências de ordem
social: a profissão acultura e a civilização.
As influências
psicológicas: o poder de intuição, a a afectividade,
a capacidade de abstracção e de generalidade.
5.4.Importância
de imaginação
Ouvir
e contar história é fundamental para o desenvolvimento da identidade da
criança, pois através dos contos ela tem a possibilidade de ensaiar, seus papéis
na sociedade, adaptando-se a situações reais colocando-se dentro da histórias,
como também desencadeada ideia, opiniões, sentimentos e criatividade
antecipando situações que a criança só iria experimentar na vida adulta.
Os
cantos de fadas ajudam a desenvolver a imaginação, socialização em grupo, percepção,
de mundo, auxiliando na construção, por muitas vezes, engraçados. Nós devemos
respeitar o que a criança diz para não reprimirmos a sua imaginação. Maravilhosas.
Vezes, engraçados (Teacher Patrícia, Equipe my school) (http:/my
school.com.br/-importancia-da-imaginacao-infantil/).
CONCLUSÃO
Depois
de um longo percurso na decifração do tema patente neste trabalho, é
imprescindível frisar que, fenómenos psíquicos São processos subjacentes à
elaboração de conhecimento.
Os
fenómenos psíquicos são muito
complexos porque implicam um conjunto de estruturas que recebem, filtram,
organizam, modelam, retêm os dados provenientes do meio.
E
dizer que a cognição, por outro lado designa o conjunto de processos de
conhecimento através de quais um organismo adquire. Trata, conserva, pondera e
explora informação e por outro lado, o resultado mentais desses processos, isto
é, os conhecimentos propriamente ditos.
Os
processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma
refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falei dos cinco
processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento, e a
imaginação.
BIBLIOGRAFIA
Aresta,
E. (1962). Noções de filosofia. Primeira parte de psicologia. S/ed., porto: MARÂNUS.
Davidoff & Linda
(2001) Introduções à psicologia. 3ª(edição). São Paulo: MARKON Books.
Serrão,
Joel & Macedo J. (1963).
Introdução à filosofia. 3ª(edição). Lisboa: SÁDA Costa. Wittig. A.F. (1981).
Psicologia geral. S/edição Brasil: MCGRAW-HILL.
http:/
Processos Psicológicos – básicos blogs
pot. Com.br.
http:/www.scribd.
com/ doc. 51641095/Resumo-pensamento-e-Linguagem-corrigido.
http:/ my school. Com.
Br/-importância-da-imaginção-infantil.
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/04/927081/veja-os-oito-tipos-imaginaco.html
http://psicologiacop.blogspot.com/p/memoria.html
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