quinta-feira, 2 de junho de 2016

PSICOLOGIA GERAL

INTRODUÇÃO
O presente trabalho, visa abordar o tema referente; fenómenos psíquicos. Este vai desenvolvendo-se a partir dos seus conteúdos a saber: A sensação, a percepção, a memória, o pensamento e linguagem, e a imaginação; Porém, como marca-se a introdução, então é necessário fazer um prólogo daquilo que vai dizer o trabalho.
Os processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falarei dos cinco processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento, e a imaginação.


  1. Sensação:
-conceito;
-classificação;
-Leis gerais;
-Importância.
  1. Percepção:
-Conceito;
-Caracterizar tipos de percepção;
-Importância.
  1. Memória:
-Conceito;
-Descrever processos ou bases;
-Caracterizar tipos da memória;
-Perfurações da memória;
-Esquecimento e importância.
  1. Pensamento e linguagem:
-Conceito;
-elementos;
-Tipos;
-Casos para resolução de problemas;
-Interacção e linguagem.
  1. Imaginação:
-Conceito:
-Tipos de conceito;
-Factores que influenciam;
-Importância.  







FENÓMENOS PSÍQUICOS OU COGNITIVOS
São processos subjacentes à elaboração de conhecimento.
Os fenómenos psíquicos são muito complexos porque implicam um conjunto de estruturas que recebem, filtram, organizam, modelam, retêm os dados provenientes do meio.
Cognição, por outro lado designa o conjunto de processos de conhecimento através de quais um organismo adquire. Trata, conserva, pondera e explora informação e por outro lado, o resultado mentais desses processos, isto é, os conhecimentos propriamente ditos.
As habilidades mentais criam-se e transformam-se em consequências da crescente maturidade fisiológica e da interacção permanente entre o indivíduo e o meio ambiente circundante.
A cognição tem uma importante função adaptativa e o seu desenvolvimento permite uma progressiva complexidade, flexibilidade e sofisticação da capacidade de resolver problemas (cfr. Cebroemente. Weebly. Com /processos).
Os processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falarei dos cinco processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento, e a imaginação.
  1. SENSAÇÃO
Sensação é um fenómeno da consciência elementar resultante da excitação de um órgão dos sentidos provocados por um estímulo interno ou externo. É uma a preensão imediata do objecto através de estímulos proporcionados pelos órgãos do sentido, como audição, visão, tacto, paladar e olfacto (cfr.www.dicionarioinformal. com br/sensação).
Sensação é uma intuição por meio da qual a consciência apreende algumas qualidades (som saber e entre outros) pelos quais os objectos se apresentam ao nosso conhecimento.
1.1.                     As condições físicas e fisiológicas da sensação
ü    A sensação é um estado de consciência, dado imediato da actividade psíquica;
ü    Necessariamente o espírito e a realidade exterior existam uma relação na qual os objectos por seguinte fenómenos antecedentes:
a)                  Excitação: Fenómeno de natureza físico-química, provocado por um excitante ou estímulo que actua sobre o órgão sensorial. Os excitantes são compostos de duas (2) formas a saber: de natureza física (calor, o som, a luz) e de natureza química (sabor).
b)                 Impressão: fenómeno de natureza fisiológica representando a modificação nervosa provocada pelo excitante.
c)                   A condução/transmissão: Por meio da actuação excitante é transmitida a corrente nervosa ou influxo nervoso (velocidade relativamente lenta) até ao centro nervoso cerebral.
A sensação é o fenómeno psíquico condicionado por estes antecedentes físicos e fisiológico, com a finalidade de repercussão da consciência. A vida psíquica se manifesta por três (3) aspectos cognição /representativo, afectivo e activo.
ü    Aspecto afectivo: Caracteriza-se por ser inicial e fundamental, significando a modificação agradável ou desagradável provocado pelo sujeito.   
ü    Aspecto representativo: É uma intuição o conhecimento de uma realidade pela qual o sujeito se manifesta ao outro sujeito.
Ø    Aspecto activo: É um movimento de adaptação dos órgãos sensoriais.
1.2.                     Características da sensação
Qualidade ou modalidade, duração, cinge-se no tempo psicológico ou a duração vivida, a intensidade, a clareza, luminosidade e ponderabilidade (sensações, ligeira, pesadas, espessas, constante e outros).
1.3.                     Classificação da sensação
As sensações classificam-se conforme as excitações que provem do exterior e interior do organismo, porem, denomina-se por: de natureza externa/ periféricos e de natureza interna.
Na natureza externa ou periférico: são provocados por instintos existentes no meio exterior e classificados por órgãos sensoriais (visuais, auditivos, gustativos, olfactivos e tácteis).
Natureza interna é proveniente de excitações do interior do organismo (fome, sede, enjoo fadiga e náuseas).
1.4.                     Importância da sensação
Ø    Tomamos conhecimentos do mundo em redor (Jonas, cores, cheiros, tamanhos), graças aos órgãos dos sentidos;
Ø    São primeiros elementos que nos põem em contacto com a realidade e facilitam a apreensão ou a captação da mesma;
Ø    É através dos órgãos dos sentidos que recebem, seleccionam e acumulam a informação transmitem ao cérebro, surgindo o reflexo adequado do mundo circundante e ao próprio organismo.
  1. PERCEPÇÃO
A percepção é um dos campos mais antigos dos processos fisiológicos e cognitivos envolvidos. Os primeiros ao estudar com profundidade a percepção foram Hermann von Helmholtz, Gustav Theodor Fechner  e  Ernst Heinrich Weber, A Lei de Weber-Fechner é uma das mais antigas relações quantitativas da psicologia experimental e quantifica a relação entre a magnitude do estímulo físico (mensurável por instrumentos) e o seu efeito percebido (relatado). Mais adiante Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório de psicologia experimental em Leipzig em 1879 (https://pt.wikipedia.org/wiki/Percepção 18:00).
A percepção resulta da coordenação destes dados sensoriais e da atribuição do seu conjunto a um determinado objecto de forma a obter a seu respeito uma representação clara e distinta. Sensação, como dado imediato da consciência, e a percepção, como síntese mental cuja organização depende da experiencia.
A percepção obedece a lei da reintegração ou da totalização, a a qual refere-nos a propósito da associação dos conhecimentos.
Trabalho perceptivo exige uma pedagogia dos sentidos que começam nas primeiras fases da vida infantil e prossegue nos adultos (ARESTA, 1961: 224-226).
Percepção é a maneira como nós vamos, julgamos, conceituamos, qualificamos as coisas no mundo e em nós mesmo (cf.www. dicionarioinformal. Com. br/percepção.)
2.1.                     Tipos de percepção
 A percepção consiste em dois (2) tipos que são:
Percepção externa: Caracteriza-se por um juízo de exterioridade, um trabalho de objectivação que consiste em perceber as coisas a uma certa distancia, com uma determinada extensão. É de carácter sensorial inerente a uma realidade exterior, com objecto de manifestar a consciência por intermédio dos órgãos sensoriais, também distingue-se a percepção dos objectos a percepção do nosso organismo.    
Percepção interna: Tem por objecto a realidade interna ou realidade psicológica, os próprios estados de consciência do sujeito, apreendidos introspectivamente e atribuídos a um eu; Uma personalidade capaz de ou estrutura e dar unidade formal á multiplicidade dos fenómenos psíquicos.
No carácter intelectual, é por meio da qual a consciência realeza a sua mais elevada função de síntese, de coerência mental que conduz á formação da personalidade (ARESTA, 1961:226).   
2.2.                     As teorias da percepção
Segundo ARESTA (1961:228), distingue duas (2) teorias a saber:
a)Teoria nativista: A percepção desempenha as relações, as sensações, visuais em relação as sensações auditivas e estereofónicos, e em relação as sensações tácteis e quânticos.
b)A teoria genética: Supõe que o carácter especial da percepção não esta ainda na intuição sensível. Portanto, a percepção define-se como uma construção complexo, uma síntese mental de vários fenómenos psíquicos como sensações, imaginação, ideias, juízos e racionais que o espírito evoca e fórmula a propósito de uma intuição sensível, num mesmo estado de consciência, uma representação tão clara (ARESTA:1961;220-221)
2.3. Importância de percepção
A percepção está ligada a atenção: A atenção constitui a fase inicial da percepção e a principal forma de organização da actividade cognitiva. A atenção é indispensável à percepção, interpretação, compreensão, imaginação, uma assimilação, recordação e reprodução.
Durante a um qualquer ensino a atenção ajuda a compreensão, a apreensão da essência das tarefas, ajuda a sua resolução e verificação.  
  1. MEMÓRIA
A memória é a capacidade de registar, armazenar e evocar as informações recebidas e processadas pelo organismo. Ela é provavelmente uma das funções mentais mais estudadas pela psicologia cognitiva, juntamente com a linguagem e a inteligência. Talvez isso se deva ao fato de que é relativamente simples solicitar a memorização e recordação de informações através das experiências. Contudo, existe um número expressivo de modelos de memória, categorizando-as de várias formas.
É um sistema de armazenamento que permite reter a informação aprendida e permite evocar essa mesma informação, isto é, permite lembrar de informação retida anteriormente, mas a sua representação na memória não é uma reprodução fiel.
Fases da memória
 O processamento da informação dá-se em três fases:  


Ø  Codificação,
Ø  Armazenamento,
Ø  Recuperação


A codificação é a primeira fase da memória que prepara as informações sensoriais para serem posteriormente armazenadas no cérebro. Baseia-se na tradução de dados num código, que pode ser acústico, visual ou semântico.
Por exemplo: A afirmação «O mar é azul.», Pode-se codificar o seu conteúdo como:
Uma imagem de sinais que são letras (código visual);
Uma sequência de sons (código acústico);
Tomar consciência do significado da afirmação e o que ela representa (código semântico)
Armazenamento
Na recuperação, recupera-se uma informação, ou seja, lembramo-nos, evocamos, recordamos uma informação. A recuperação pode ser automática (lembramos de quando nascemos) ou pode requerer uma maior complexidade para recuperarmos algo (como por exemplo uma lei da física). O segundo tipo de recuperação, já não é tão automático, requer dois momentos: o reconhecimento e a evocação. O reconhecimento é quando tentamos lembrarmos se aprendemos a tal lei da física recorrendo ao ano de escolaridade e só depois é que vamos procurar o conteúdo dessa lei, processo chamado de evocação. Para nos lembrar da lei da física tivemos de seguir estes processos/pistas.
 A memória é composta por seguintes operações ou processos: aquisição, fixação, evocação, o reconhecimento e a localização das informações resultantes da percepção e aprendizagem.
A memória é uma reconstrução, recordação, em ambiente diverso dum estado de consciência anterior ou passado. É um poder que a capacidade ou espírito tem de reter, recordar, lembrar e reconhecer os estados de consciência anteriormente apreendidos, (ARESTA 1961 pp:233-234).      
O essencial deste fenómeno da memória, o que caracteriza psicologicamente é o reconhecimento, essencial por meio dum juízo que estabelece a relação entre o passado e apresente.
3.1.                     Os tipos de memória
Existe três tipos de memória que são:  
ü    Sensorial,
ü    A curto prazo e,
ü    A longo prazo.
Memória sensorial: a memória sensorial é um tipo de memória que tem origem nos órgãos sensitivos. As informações obtidas pelos sentidos são armazenadas por um curtíssimo espaço de tempo (0,1 a 2 segundos). Se a informação armazenada não for processada perde-se se for passa para a memória a curto prazo.
Memória a curto prazo: este tipo de memória retém informação durante um período limitado de tempo, podendo ser esquecida ou passar para a memória de longo prazo. Na memória a curto prazo pode-se distinguir duas memórias: memória imediata e memória de trabalho.
Memória imediata: a informação recebida fica retida durante um curto período de tempo (cerca de 30 segundos). Investigações efectuadas vieram mostrar que podemos conservar sete elementos (letras, palavras, algarismos, etc.), variando entre cinco e nove unidades.
Memória de trabalho: neste tipo de memória mantemos a informação enquanto ela nos e útil. A memória de trabalho reporta-se as actividades mentais em que o objectivo não é a sua memorização, mas que, não obstante disso, implicam uma certa memorização para se poderem aplicar de modo eficaz. Este tipo de memória é utilizada por exemplo quando o patrão pede que no dia seguinte cheguemos uma hora mais cedo, manterás na memória esta informação, que irá ser esquecida depois de a teres cumprido o pedido, ou seja, depois de teres chegado uma hora mais cedo.
Qualquer informação que tenha estado na memória a curto prazo e que se perca, estará perdida para sempre, só se mantendo se passar para a memória de longo prazo.
Tipos de Memória a Longo Prazo: Memória declarativa e
 Memória não-declarativa. Memória declarativa também pode ser designada por explícita ou memoria com registo, (implica a consciência do passado, levando a reportarmo-nos a acontecimentos, fatos e pessoas que conhecemos/ aconteceram no passado).
 Distinguem-se, neste tipo de memória, dois subsistemas: a memória episódica e a memória semântica;
Episódica quando envolve eventos datados, recordações (rosto de amigos pessoas famosas, músicas, fatos e experiências pessoais) ou seja relacionados com o tempo.
Semântica Abrange a memória do significado das palavras. Este tipo de memória refere-se ao conhecimento geral sobre o mundo (fórmulas matemáticas, regras gramaticais, leis da química, fatos históricos, etc.
Memória não-declarativa  –   Difere-se da memória declarativa, porque esta não precisa ser declarada (enunciada). É uma memória automática. É a memória usada para procedimentos e habilidades, como por exemplo: andar de bicicleta, jogar bola, atar os cordões, lavar os dentes, ler um livro, etc.   A memória não declarativa também pode ser designada por memória implícita ou sem registo.  


3.2.                     Os processos da memória
ü    Aquisição: Consiste no contacto com a informação.
ü    Fixação: Para a fixação exige alem da adequada aquisição a repetição.
ü    Evocação/ Reprodução: consiste na lembrança do material fixado. É a reaparição na consciência de um fenómeno passado. As informações armazenadas tentam a ser evocadas junto das informações falsas.
ü    Localização: consistem em situar, em localizar as recordações no trama na nossa história interior em dispô-las, uma as outras de forma a marcar-lhes o local próprio no tempo e no espaço, para estabelecer a sua cronologia íntima e pessoal.   
ü    Reconhecimento: identificação e uso de informações correctas, e as que vierem unidos são rejeitados. Consiste em referir no passado as nossas experiencia, lembranças, enquadrando as num contexto de factos das nossas experiências pessoais.  
3.3.                     Importância da memória
A memória facilita organizar, fixação e a retenção do que é apreendido, aderido assim como a sua evocação, quando essa informação for necessária. É a memoria que conserva o passado e permite incorpora-lo na estruturação cognitiva do ser humano.    
Esquecimento é uma condição própria selectiva afastada em determinada situação o material que não útil ou necessário. É um fracasso do esforço evocativo ou impossibilidade de reproduzir o passado. Os factores de esquecimento: vastidão da matéria, irrelevância do conteúdo.
4.     PENSAMENTO E LINGUAGEM
4.1.                     Pensamento:
É um processo cognitivo de tratamento das informações que inclui elaboração dos sensoriais, armazenamento a e resolução mental problematização.
Pensamento é um processo mental que permite ou faculdade do sistema mental.
Pensamento é sistema mental que permite aos seres modelarem o mundo e com isso lidar com ele de uma forma efectiva e de acordo com suas metas, planos e desejos (cf. Pt wikiquo. Org/ wiki/ pensamento).
4.1.1.      Elementos de pensamento
O pensamento é composto por duas habilidades de raciocínio distintas: O pensamento criativo e o pensamento crítico. Este é o princípio universal do pensamento.
Pensamento criativo tem de ser apartado do pensamento crítico. Nessa postura habitual é não distinguir essas duas habilidades, ao contrário, tendamos a sobrepô-las. E o pensamento critico é yang, ao passo que o pensamento criativo.  
4.1.2.      Importância do pensamento
Permite reflectir de uma forma generalizada a realidade objectiva sob a forma de conceitos, leis, teorias e suas relações. Ajuda ao homem a superar as suas dificuldades desde as mais travais ate as mais compostas. Permite a planificação e a organização lógica dos procedimentos a ter em conta na aula;
Permite a reflexão sobre uma actividade para encontrar as mais adequadas soluções;
Mudanças dos métodos habilidades de resolução das tarefas colocadas. É um factor de ligação entre concreto e o abstracto.
4.1.3.      Os tipos de pensamento
ü    Pensamento crítico: é colocar o pensamento em crise. Quando alguma coisa deriva de fazer sentido ou a realidade não mais nas atendes.
ü    Pensamento Criativo: é pensamento inventivo, que cria as novas possibilidade.
ü    Pensamento Rigoroso/ Sistemático: Aquele que pressupõe uma sistematização. Para ilustrar isso pensemos no trabalho de um detective, é feito de levantamentos hipotéticos, e cada hipótese é verificada ate que uma seja avaliada, e se passa para o próximo estágio.
ü    Pensamento Radical: é o pensamento que vai a fundo. Esgotar uma hipótese é uma atitude radical, pois chega as raízes.
ü    Pensamento Abrangente: visualizar tudo o que está à volta. É pensar em todas as possibilidades para que haja menor de erro.
ü    Pensamento Reflexivo: é aquele que se dobra sobre o próprio pensamento. Pensar de novo o já passado. O pensamento é uma faculdade natural do pensar humano, o tempo todo está pensando, porém a retomada.        
ü    Pensamento Autónomo: é o que constrói coisas a partir de experiencias. O pensamento autónomo pode ser idealizado através do processo dialéctico, onde se tem ideais distintas, e ao partir dai se constroem novas sínteses. A compreensão destes moldes do pensamento favorece na articulação das mesmas (cfr.http:// www. Google.om.mt/ seareh)
4.2. Linguagem
É uma capacidade de receber interpretar e emitir informações ao meio ambiente. Por meio de linguagem podem-se trocar informações e deserdaria formas de compreensão e de expressão. A linguagem reflecte a capacidade de pensamento, então se uma pessoa tiver um transtorno do pensamento sua linguagem poderá ser prejudicado juntos aos processos cognitivos é que a linguagem se desenvolve e se as a habilidades das funções mentais são crescentes assim recursos linguísticos. 
O pensamento está socialmente condicionado e ligado com a linguagem, a fala o pensamento humano é impossível sem língua. Qualquer pensamento surge e se desenvolve em ligação indissolevente com a linguagem.   
4.2.                     A resolução de problemas
Na família Thompson há cinco irmãos, e cada irmão tem uma irmã. Se contarmos a Sra. Thompson, quantas mulheres há na família? Esses problemas, emprestados de Stemberg (1986,p.214), são excepcionalmente simples, mas muitas pessoas não conseguem soluciona-los. A resposta para o primeiro problema é: existem duas mulheres na família. As únicas mulheres na família Thompson são a Sra. Thompson sua única filha, que é irmã de cada um de seus irmãos. A resposta para segunda pergunta é: nenhuma. Se você seleccionou os nomes da lista, eles estão listados nela. Porque tantas pessoas eram na solução desses problemas tão simples? Você saberá num momento, quando discutirmos as barreiras à solução eficiente de problemas. Mas, antes disso, examinemos um esquema para classificar problemas em alguns tipos básicos.
4.3.                     Tipos de problemas
Para Freud cit. Davidoff (2001), a solução de problemas refere-se a esforços activos para descobrir o deve ser feito para alcançar um objectivo que não está prontamente disponível. Ei-los:
Problema de estrutura indutiva e problema de disposição.
No primeiro, o participante deve descobrir as relações entre as partes do problema. Os problemas de completar a série e os de analogias, por exemplo, problemas de estrutura indutiva. E no segundo, o participante deve arranjar as partes de modo a satisfazer algum critério. Elas podem usualmente ser arranjadas de varias formas, mas apenas um ou alguns dos arranjos formam a solução (p.233-234).
4.4.                     Importância do pensamento e da linguagem
Estes dois processos são tão importantíssimos para a construção do perfil de qualquer indivíduo. Dado que, em primeiro lugar, estão directamente relacionados, pois ambas agem em um processo condicionado, estando ligados, uma vez que a linguagem necessita do pensamento para ser efectuada. A relação entre o sujeito e a realidade se faz sempre mediada pelo outro. É através da linguagem, por desta e, da interacção, que se adquire um conhecimento nas relações interpessoais. A linguagem é, ao mesmo tempo, um processo individual e um processo social. Sendo assim, a fala humana é um comportamento de uso de signos dos mais importantes ao longo do desenvolvimento. Por isso, através da linguagem, a criança supera as limitações que existem no meio em que vive, podendo controlar seu próprio comportamento. Por meio da linguagem o indivíduo consegue expor o pensamento e colocar-se, distinguindo-se assim dos seres vivos (Vygotsky, 2005, p.5) (http:/www.scibd.com/doc.15641045/resumo-pensamento-e-linguagem-corrigido).


  1. IMAGINAÇÃO
Imaginação é uma capacidade mental que permite a representação de objectos segundo aquelas qualidades dos mesmos que são dadas à mente através dos sentidos - segundo a concepção sartriana apresentada em sua obra O imaginário: psicologia fenomenológica da imaginação. Em alguns, é mais acentuada e em outras pessoas um pouco mais contida. Se aliada à criatividade, a imaginação pode alcançar resultados surpreendentes e inovadores. Quando aproveitamos positivamente nossa imaginação, conseguimos enxergar as coisas de pontos de vista diferentes, estimulando o optimismo e a conscientização.
5.1.                     Importância de imaginação
ü    A base da imaginação é as noções da memória que se completam novas operações, transformando-se em novas percepções.
ü    A imaginação bem equilibrada dá ao indivíduo um certo optimismo e coragem para enfrentar as dificuldades e vence-las com firmeza e clareza.
ü    Alarga os horizontes da memória e percepção.
ü    É pela imaginação que prevemos o desenrolar dos trabalhos ou das nossas actividades.
ü    A imaginação salienta ou sustenta a esperança, cria o futuro mais risonho, belo do que o presente
5.2.                     Tipos de imaginação
Na imaginação encontramos oito tipos de imaginação que são:
5.2.1.      Imaginação efectiva Combina informações para formar novos conceitos e ideias. Pode ser guiada ou iniciada por pensamentos aleatórios, normalmente estimulados por experiências passadas.
5.2.2.      Imaginação construtiva ou intelectual É usada quando desenvolvemos diferentes hipóteses a partir das informações. É originária de uma ideia ou conceito definidos.
5.2.3.      Imaginação fantasiosa Cria e desenvolve histórias, imagens, poemas e peças de teatro. Pode partir de algum fato ou experiências pessoais.
5.2.4.      Empatia É a compaixão, nossa capacidade de nos ligarmos a outras pessoas e sentir o que elas sentem. É a ligação emocional com outras pessoas, que permite que nossa mente veja de diferentes perspectivas e realidades, a partir dos sentimentos das outras pessoas.
5.2.5.      Imaginação estratégica Habilidade de reconhecer e avaliar oportunidades, transformando-as em cenários mentais, enxergando benefícios e malefícios. Em alguns casos, pode ser vista como sabedoria. É formulada a partir das experiências pessoais, crenças, costumes e cultura da pessoa.
5.2.6.      Imaginação emocional foca em criar cenários emocionais a partir da percepção e observação em relação às outras pessoas.
5.2.7.      Sonhos É a manifestação inconsciente da imaginação por meio de imagens, ideias, emoções e sensações que ocorrem durante determinados estágios do sono.
5.2.8.      Reconstrução da memória é o processo de recuperação da nossa memória a respeito de pessoas, objectos e eventos (há estudos que indicam que a memória não é fidedigna, ela “muda” com o tempo).
5.3.                     Factores que influenciam a imaginação
Os factores que influenciam na imaginação não são de natureza física e fisiológica, outras de natureza social e psicológica. 
As influências físicas e fisiológicas: são caracterizadas por seguintes fenómenos, a raça o meio, clima, o temperamento, a ideia, o sexo, a doença, os exaltantes nervos e a hereditariedade.
As influências de ordem social: a profissão acultura e a civilização.
As influências psicológicas: o poder de intuição, a a afectividade, a capacidade de abstracção e de generalidade.
5.4.Importância de imaginação
Ouvir e contar história é fundamental para o desenvolvimento da identidade da criança, pois através dos contos ela tem a possibilidade de ensaiar, seus papéis na sociedade, adaptando-se a situações reais colocando-se dentro da histórias, como também desencadeada ideia, opiniões, sentimentos e criatividade antecipando situações que a criança só iria experimentar na vida adulta.
Os cantos de fadas ajudam a desenvolver a imaginação, socialização em grupo, percepção, de mundo, auxiliando na construção, por muitas vezes, engraçados. Nós devemos respeitar o que a criança diz para não reprimirmos a sua imaginação. Maravilhosas. Vezes, engraçados (Teacher Patrícia, Equipe my school) (http:/my school.com.br/-importancia-da-imaginacao-infantil/).         



















CONCLUSÃO
Depois de um longo percurso na decifração do tema patente neste trabalho, é imprescindível frisar que, fenómenos psíquicos São processos subjacentes à elaboração de conhecimento.
Os fenómenos psíquicos são muito complexos porque implicam um conjunto de estruturas que recebem, filtram, organizam, modelam, retêm os dados provenientes do meio.
E dizer que a cognição, por outro lado designa o conjunto de processos de conhecimento através de quais um organismo adquire. Trata, conserva, pondera e explora informação e por outro lado, o resultado mentais desses processos, isto é, os conhecimentos propriamente ditos.
Os processos psíquicos envolvem duas áreas dos processos psicológicos, com uma refere-se à cognição e a outras psíquicas. Duma forma genérica falei dos cinco processos psíquicos tais como: Sensação, Percepção, Memória, Pensamento, e a imaginação.













BIBLIOGRAFIA
Aresta, E. (1962). Noções de filosofia. Primeira parte de psicologia. S/ed., porto: MARÂNUS. 
Davidoff & Linda (2001) Introduções à psicologia. 3ª(edição). São Paulo: MARKON Books.
Serrão, Joel & Macedo J. (1963). Introdução à filosofia. 3ª(edição). Lisboa: SÁDA Costa. Wittig. A.F. (1981). Psicologia geral. S/edição Brasil: MCGRAW-HILL.
http:/ Processos Psicológicos  – básicos blogs pot. Com.br.
http:/www.scribd. com/ doc. 51641095/Resumo-pensamento-e-Linguagem-corrigido.
http:/ my school. Com. Br/-importância-da-imaginção-infantil.    
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/04/927081/veja-os-oito-tipos-imaginaco.html
http://psicologiacop.blogspot.com/p/memoria.html




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