TÓPICOS
PROGRAMA DO EVENTO
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Horário
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Actividade
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Oração inicial, apresentação do
programa do dia e das comunidades presentes.
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Início da primeira parte da
palestra sobre a juventude.
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Meditação em grupo (resolução do
questionário)
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Partilha das respostas do
questionário.
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Intervalo.
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Continuação da palestra sobre a
juventude (II ª parte).
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Intervalo, reflexão sobre o
questionário em grupo, almoço e descanso
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Partilha das respostas do
questionário da II ª parte.
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Intervalo
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Palestra sobre a liturgia (III ª
parte do dia).
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Ensaio para a solene Celebração
Eucarística e formação dos acólitos.
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Horário
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Actividade
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Acordar.
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Pequeno-almoço.
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Preparar-se para a missa.
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Recapitulação dos ensaios.
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Início da celebração solene.
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Almoço
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Recreação
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Fim do programa, ultimas palavras
do pároco e regresso para casa!
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A JUVENTUDE
A juventude é uma semente que deus na terra semeou e cuida com muita
cautela, que por ele cria como suas criaturas próprias, por isso, amemo-nos uns
aos outros com estima recíproca, porque todos somos trigo do mesmo semeador. (1
João. 4, 20-21).
1.1 AS FUNÇÕES DAS JOVENS
ü NA
IGREJA
O
jovem na igreja assume uma função de sal na terra, como luz do mundo e, como fermento.
Ø É
sal na terra, na medida em que quando deixar de actuar na igreja, ela retarda.
Ø É
luz do mundo, na medida em que ajuda a igreja, com toda vontade e amor,
torna-se o exemplo da crista levando os outros a caminho da salvação.
Ø É
fermento na terra, na medida em que manifesta boas obras na sociedade e atrai
aos outros e glorifiquem o vosso pai que esta nos céus. (Mat. 5, 13-16; 16, 13,
33).
Nos jovens devemos fazer o bem e
evitar o mal, mostrando a nossa fé não por palavras, mas sim pelas obras, para
que aqueles que nos vêem, sigam o nosso exemplo. Não haja entre nós divisões,
mas sim união; (1 Cor. 1, 10, 12). O nosso objectivo deve ser este ʺ lutar para
radicalizar a nossa fé pelas obras, para que os outros sigam o mesmo. Para que
um dia mereçamos tomar parte no reino de Deus. (Tiago 2, 14-18).
ü
NA SOCIEDADE
Na sociedade o jovem, deve ser
visto como um facho ardente, que ilumina os corações atribulados, e que leva a
luz aos que vivem nas sombras do abismo!
Ø Deve
ser a alegria dos mais velhos, ajudando-os nas actividades e preocupações
diárias
Ø Consola-los
em diversas maneiras, não dependendo da tribo, clã, cultura, região e mais
aspectos sociais, para que contemplem a Deus face a face.
Ø Ajudar
aos jovens.
Ø Procurar
dialogar duma boa forma com os mais velhos, pois são, as nossas bibliotecas
tradicionais da vida quotidiana, para que possamos manter as nossas tradições e
culturais.
Ø Trata-los
bem, porque precisam de repouso e, que tenhamos paciência e cautela ao
dialogar, pois facilmente ficam chateados.
Ø Não podemos aceitar a discriminação dos mesmos,
considerando-os como feiticeiros, mas sim, que sejam o motivo da alegria e da
vida inteira.
Ø É
a luz da sociedade na medida em que levamos os nossos irmãos a verdade,
tratando os nossos próximos como nossos irmãos legítimos e, muito mais quanto
somos vistos como modelo de uma sociedade livre, justa e alegre!
Ø Animar
a mesma quanto as dificuldades, assim sendo, depositarão a sua confiança na
nossa personalidade, quando bem trabalhamos com humildade, honestidade,
paciência, sinceridade, justiça, tolerância e com amor fraterno com todos.
Ø Apascentando
os que andam tresmalhados, sem rumo, consciência moral, ajudando-os nos
conselhos para que sejam fleumáticos
CRISE DE VALORES
No nosso país, devido a
globalização tecnológica e modernidade, há tumultos acima do normal da crise de
valores. Já não respeitamos a nossa personalidade, não valorizamos os conselhos
dos nossos pais, vivemos na libertinagem em vez da liberdade. Há jovens que
quando um tipo tenta aconselhar, dizem: “Moçambique esta
livre, deixe-me em paz”!
”Democracia”! Devemos saber como
usar e viver a modernidade, as nossas redes sociais, fazer algo de bom, não do
mal, fazer a moda, não segui-la… mas já que sentamos a nos perguntar dentro de
nós mesmos, para onde vou, como andar, como utilizar as redes sociais, porque
uso e qual rendimento ganho? Diz-se que: o dinheiro não é tudo na vida, mas sem
dinheiro não há vida! Será isso é verdade? E se não e andamos a perseguir o
mesmo, não ficando sossegados e felizes na nossa vida porquê? Lembrai-vos meus
irmãos, que tudo ao excesso, faz mal! Saibamos viver os valores africanos, a
preservarmos a:
·
Hospitalidade;
·
Honestidade;
·
Ajuda mútua;
·
Justiça;
·
Sinceridade;
·
Caridade;
·
Obediência...
1ª Reflexão.
2. DIFICULDADES ENFRENTADAS.
♦ O desemprego;
♦ A desobediência frontal;
♦ O casamento pré-maduro;
♦ A preguiça mental.
♦ O egocentrismo;
2.1. O DESEMPREGO:
É uma realidade que vincula na nossa
sociedade, como fruto deste problema e a de instabilidade de própria sociedade.
Não
podemos só pensar no magismo humano, que o nosso mundo esta mergulhado. Todo
jovem tem familiares que tem como sua herança, que pode nos levar a uma vida
muito simples e rica… lembremos e são João: «Quem não trabalho não come», isso
nos dá coragem de trabalharmos intensivamente a terra, fazendo as nossas
machambas e, só com isso podemos lutar duma forma lícita contra o desemprego
que nos oprime no nosso dia-a-dia, não deixando a nossa personalidade crista;
porque o magníssimo humano, não e tipicamente para um jovem cristão!
2.2. O CASAMENTO
PRÉ-MADURO:
É uma realidade que se vive na nossa
sociedade e, que dificulta os nossos pis encarregados de educação!
Visto que
somos filhos de família pobre, que a nossa condição humana e económica é fraca,
precisamos de nos cuidar. Com isso procuremos a maturidade psicológica, dizendo
«não o casamento
pré-maduro», isso é que
nos levará para além, não deixando-nos levar pelas necessidades mundanas (kimphavela otheliwa, kihinnuwa,
kihikhwe kihitheliwe!) que pobreza mental é essa?! E depois de isso
alcançar, o que espera em seguida? Pobreza total não há esperança da
felicidade, problemas familiares, dificuldades no seu casamento, parto anormal,
o que nos pode levar a morte, redução da camada juvenil, porque agimos sem
pensar, veja só… Que desgraça recebe!
Tenhamos
em mente irmão, que os ritos de iniciação, não marcam o ponto de partida de
casamento, mas sim, ensinamentos ou instruções de como lidar com a vida! A
idade normal de casamento seria pelo menos aos 25 anos para diante!
2.3. DESOBEDIÊNCIA FRONTAL:
Esta concite no repúdio dos conselhos
dos nossos pais. Não é típico a um cristão, pois cristo ensina-nos a
obediência! Quando eles nos ensinam, devemos receber com todo amor de pai e
filho e assim vice-versa, sem hesitações, nem palavras que o possam machucar
psicologicamente, como dizem: «foi o vosso tempo, agora o modernismo é nosso»,
que perdição eterna! Assim, para onde vamos? Sede prudentes como o vosso pai é
prudente, fervorosos no espírito, pacientes na tribulação e indolentes no zelo!
Se assim formos, veremos que toda espécie do mal não aproximar-se-á de nós.
2.4. A PREGUIÇA MENTAL:
É um dos espíritos que nos leva aos
caminhos da perdição e, não sabemos donde viemos e para onde vamos!
2.5. O EGOCENTRISMO JUVENIL:
É
uma das realidades que a juventude encara como uma forma de vida, pensando que
só na juventude é onde se realiza tudo! Perguntai antes aos vossos pais,
saberei como viver na vida, pois têm a experiencia capaz de nos formar. A
juventude é uma fase de vida. Diz o Eclesiastes: há tempo para tudo! E tudo na
vida é vaidade, tudo vem e tudo passa sem nada entendermos! (Ecl.
3,1-8;11,9-10).
2ͣ. Reflexão
QUESTIONÁRIO:
1. Qual deve ser o nosso modo de vida?
2. Ao exemplo de Jesus Cristo, que devemos fazer, para
que nós sejamos bem vistos na sociedade?
3. O que devemos fazer, para que
vençamos o desemprego, o casamento prematuro, a desobediência frontal, a
preguiça mental e o egocentrismo juvenil?
4. Qual é a identidade ou vivencia do jovem cristão
católica? À nos vivemos?
5. O que eu faca, para combater o desemprego, sem nunca
deixar a minha identidade cristã?
6. Jesus Cristo que é filho de Deus, soube viver a
obediência, quem sou para não O obedecer?
7. O que tenho feito para ajudar os meus irmão?
8. O que tenho feito na sociedade, na Igreja e na vida?
9. Qual é a minha tarefa na sociedade e na
comunidade?
A LITURGIA
A liturgia é o encontro espiritual do homem com Deus. Ela
divide-se em duas partes a saber:
♦ A
liturgia da palavra que inicia com o cântico de ambientação e termina com a
despedida dos catecúmenos antes do início com da consagração eucarística, e por
fim;
♦ Liturgia
eucarística que inicia com a consagração eucarística depois da despedida
dos catecúmenos e, termina com o cântico final de despedida.
v Ambientação:
Restauração do silêncio
total
v Entrada: Apresentação da cruz e os demais instrumentos
sagrados do altar pelos acólitos junto dos ministros sagrados, no caso das
solenidades.
v Acto
penitencial: Exprime-se o
arrependimento na sua melodia, por isso não se pode acompanhar com batuque.
v Gloria: É o hino de louvor e gloria a Deus e no se pode
recitar quando for nas festa «não privadas» e solenidades, «nos domingos».
v Aclamação
e liturgia da palavra: É o tempo de escutar a voz de Deus que fala por meio das escrituras
Bíblicas lidas no ambão.
v Aclamação
do evangelho: O povo saúda
o mestre, cantando todos levantados.
v Profissão
da fé/ Credo: Dependendo
do programa do dia e da comunidade, este pode ser cantado ou recitado
complemente, neste caso é facultativo.
v Apresentação
das oferendas: O povo
oferece aquilo que tiver. Quando for numa celebração em que houver ordenação, o
primeiro ofertório vai a equipa missionaria e o segundo dirige-se ao ordenado.
v Santo:
é o hino que os anjos e os
santos cantão louvando o seu Senhor.
v Pai-nosso:
nas festas não privadas é
solenidades «nos Domingos» é cantado.
v Sinal
da paz: os crentes
saúdam os que estiverem próximo, evitando a perturbação aos outros.
v Cordeiro:
este por sua vez, pode ser
cantado ou recitado. E facultativo!
v Comunhão:
os mais novos dão
prioridade aos mais velhos preparando para receberem cristo, em seguida, vão
comungar e depois de joelhos rezam a Oração depois da eucaristia.
v Acção
de graças: com a alegria
e entusiasmo, o crente dança, louva e glorifica ao senhor pela graça o concede,
sem afastar-se do lugar, evitando a perturbação aos outros.
v Saída:
e, por fim, o cântico
final. O povo não deve sair antes que o sacerdote dar a bênção final e despir
as alvas!
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