quinta-feira, 2 de junho de 2016

PEDAGOGIA

Introdução
O presente trabalha da cadeira de pedagogia, tem como tema principal a educação tradicional particularmente ritos de iniciação masculino. Neste rema de ritos de iniciação masculino, elucidar-se-á de preparatórios, faces de reclusão, os tabus relacionados a ritos de iniciação, instrução e os conselhos.
Portanto para melhor compreensão do tema a cima supracitado, o trabalho está associado aos seguintes objectivo: instruir os jovens seus valor culturais, e preparar os mesmos para se integrarem na sociedade.
A compilação total do trabalho foi graças a consulta de referências bibliográficas em especial e os manuais bibliográficos.














A EDUCAÇÃO TRADICIONAL
De acordo com o filósofo teórico da área da pedagogia René Hubert, a educação e um conjunto de acções e influências exercidas voluntariamente por um ser humano em outro, normalmente de um adulto em um jovem. Essas acções pretendem alcançar um determinado propósito no individuo para que ele possa desempenhar alguma função nos contextos sociais, económicos, culturais e políticos de uma sociedade. (www.significados.com.br/educacao 16:35; 17/03/2016)
Tradição e uma palavra com origem em termo em latim “traditio”, que significa «entregar» ou «passar adiantes»
A tradição e a transmissão de costumes, numéricas, rumores, crenças, lendas,para as pessoas de uma comunidade, sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da cultura.
No âmbito da etnografia a tradição revela um conjunto de costumes crenças práticas doutrinam leis que são transmitidos de geração permite a continuidade de uma cultura ou um sistema social.
A educação etimologicamente e um termo latino eduar que significa educação.
Educação e um processo que consiste em aprender ou instruir jovens, crianças com própria cultura por meio da vivência diária da própria cultura: além disso, e uma transmissão de ideias hábitos costumes, obtidos de uma determinada sociedade ou região e se transmite de geração em geração.
No sentido antropológico educação tradicional foi tímida por EdouardTaylor do livro primitivo cultura na (pág. 1) da seguinte forma: e um comportamento produzido aprendido e transmitido numa sociedade inclui; conhecimentos, crenças, arte, leis, normas, costume e varias outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade. 
RITOS DE INICIAÇÃO
Ritos são costumes e cerimónia que se repetem de forma invariável de acordo para um conjunto de normas de estabelecidas.
Início é dar o começo de qualquer coisa que seja.
Ritos de iniciação são cerimónias de carácter tradicional e culturais praticados nas sociedades africanas que visa prepor o adolescente para entrar a outra fase de vida, isto é, a fase adulta.
Visam especialmente a integração pessoal, social e cultural do individuo, permite ao reunir múltiplas influências do seu meio para em seguida integrá-la na sua maneira de pensar, de agir e de se comportar, o individuo participa activamente nas actividades e na vida do grupo que pertence.
Na sociedade moçambicana, os ritos de iniciação não se manifestam de maneira homogénea. Eles variam de província para província, de região para região, de religião para religião e de sexo para sexo.
O objectivo dessas cerimónias é de preparar os rapazes e as raparigas para vida matrimonial e social, e com ritos de iniciação têm acesso os jovens a participação de certos mistérios. (www.Africanas.eu/ceaupe/index.17:58/17/03/2016).
RITOS DE INICIAÇÃO MASCULINO
Preparativos e cerimónias pré-luminares
Logo que era indicado o jovem a iniciar a família uterina convidava com homem para se ocupar do rapaz durante as cerimónias da iniciação e para o instruir os costumes tribais.
O acompanhante neste caso padrinho e designado por mucina, o termo significa literalmente «aquele que me deu o nome, o meu homónimo»; significa também «o meu companheiro de alegria ou de tristeza».
A palavra serve essencialmente para designar a pessoa que atribuiu ao recém-nascido, ficando assim ligado a ele pela vida fora.
Para além do padrinho para cada iniciado, os preparativos das iniciações implicavam o engajamento de outras personagens: o muene escolhido para organizar e dirigir as cerimónias desse ano, com o contador dos prepúcios e respectivos ajudantes, com os alipa ekhalawa (tocadores de tambores de iniciação), e com os dançarinos (alipa owina).
Entretanto numa clareira da floresta um sítio de propicio para a realização de cerimónias secretas da iniciação, sem grupo de familiares dos iniciados construía uma pequena barraca onde se fazia circuncisão, um borrachão comprido onde os rapazes aguardariam a cicatrização das feridas.  
PARTICIPANTES
Para além dos jovens rapazes a iniciar, participavam nos ritos da floresta: os padrinhos e amigos que Aguda os iniciados nos seus encargos, o circuncidados e os respectivos ajudantes;
Os mestres das instruções os respectivos ajudantes; os chefes da linhagem que organizavam cerimónias. Todo homem adulto já iniciado podia participar as cerimónias da iniciação; ficavam rigorosamente excluídos delas as mulheres, as crianças e os rapazes já não iniciados.
Também estava sempre presente, o curandeiro responsável pela segurança das pessoas e do loca onde decorriam as cerimónias. 
REMÉDIOS DA CIRCUNCISÃO
Durante o ciclo iniciático eram dados os iniciados vários remédios que tinham por função proteger curar ou desencadear para o futuro processo vital por vezes tinham mais do que uma destas funções simultaneamente.
Segundo maduros os remédios podiam ser dadas a beber ou a lamber ou eram misturados na comida ou medito na cauda cortada do boi cavalo.
 Ainda no fica pé do autor e alguns pensadores afirmam que estes termos de registos, isto é, medicamentos ilustravam os costumes locais. No entanto, tinham mesma essência o que variava eram os nomes pelos quais eram designados e os momentos da sua utilização.
  O principal especialista dos remédios da iniciação era o curandeiro mulipa a míla, isto é, mestre das caudas.  
O mestre das caudas para fins cerimoniais e rituais, trata-se de cauda de boi-cavalo (mwila wʹenhupu), (por vezes do elande ou do búfalo), cauda esta que era portadora de remédios e magias para afastar as feras e todas as feitiçarias dos locais dos ritos de iniciação e que, para isso, era colocada em lugares públicos, no ramo de uma árvore, no alpendre do chefe numa barra suspensa no terreiro de aldeia. 
A cauda dos remédios anunciava o período de preparação dos rituais, os macuas chamavam a esta anunciação ˝othomeiwa míla˝. Aqueles que traziam sempre consigo a cauda com os remédios, era chamado mestre ou dono das caudas.
RITOS DE SEPARAÇÃO
O corte de cabelo
Na tarde no dia assinalado para o começo das cerimónias, cada padrinho dirigia-se à casa do respectivo iniciado, para o cabelo e, a idade de criança.
Em seguida polvilhava-se a cabeça com farinha de sorgo. Os rapazes começavam assim a serem preparados para deixar assim a idade de criança; o corte de cabelo e cobrir a cabeça com a farinha invocava o os perigos de luto, de impureza ritual; o iniciado entrava num período liminar.
RITOS PROPICIATÓRIO AOS ANTEPASSADOS
Os anciãos do seguimento das linhagens dos iniciados preparavam farinha de sorgo, anda a preparara o efeito, fermentada (otheka) que se oferecia aos espíritos a quando das invocações propiciatórias aos antepassados das linhagens, a fim de que a forca vital emanada estivesse presente e ajudassem os iniciados e os ajudantes.
A oferta aos minepas (espíritos dos antepassados) depositavam-se junto da raiz do embondeiro, vamulapani, ou de qualquer árvore frondosa, ou na cabana eyowa que as famílias possuem para os sacrifícios aos antepassados.
Oferecia-se aos antepassados o sacrifício tradicional de farinha, pedindo-lhes a protecção para o iniciado no mato para onde ia-este sacrifício era oferecido pelo chefe da família a terrina, o atata, tio materno mais velho, na presença de todos os familiares e nos locais que vimos. No fim da cerimónia todos regressavam silenciosamente a casa da mãe do rapaz, onde já estava a decorrer a festa de despedida do lukho. Durante esta festa o jovem não devia partir osso do animal que estivesse a comer tratava-se de uma proibição de um muikho, caso isso acontecesse, poderia ocorrer alguma catástrofe, ehasara, durante as cerimónias posteriores.


SAÍDA DA ALDEIA PARA O LOCAL DE CIRCUNCISÃO
Quando os rapazes saiam de casa para se dirigirem o alpendre do muene, as mães costumavam dizer-lhes que deviam trazer algum mel para aqueles que ficavam na aldeia. A invocação do mel e das abelhas aludia obviamente ao remédio e ao corte do prepúcio, os iniciados saiam de suas casas parcialmente nuas, apenas com a tanga ethepe. Para além da mudez ritual que a tanga não eliminava os pequenos panos que cobriam o sexo tinha aquilo uma relação simbólica estreita que recolhe o sangue menstrual. Mais uma vez os tais campos semânticos de circuncisão e da menstruação se tocam os mesmos vocábulos sobretudo os três primeiros termos para a tanga e o pano da menstruação reflectem esta relação.
A despedida cerimoniosa do rapaz que ia para o mato é traduzida pela expressão olehiwa lukho que significa litoralmente (despedir o iniciado). Feitas despedidas o muene dava sinal as crianças saíssem da aldeia e fossem circuncidadas durante a caminhada os jovens iam cantando o refrão ou repetiam as canções entoadas pelos adultos; assim cantando, não imaginavam o que brevemente iria suceder; mais os seus comportamentos de montavam uma grande.
Durante a realização dos ritos nenhuma mulher podia se aproximar do acampamento. Era muikho, tabu. Para além disso, não podiam ter relações sexuais nem usar adornos corporais durante as cerimónias de iniciação dos seus filhos; deviam sim, passar a usar os panos de menstruação até o dia em que fosse declinado pelos mestres da circuncisão e das feridas de todos os iniciados estavam curados.
PRIMEIRA FASE DA RECLUSÃO
Otakwani
As cerimónias secretas da iniciação dos rapazes realizavam-se na floresta (etakwa), longe da aldeia e das terras cultivadas, em local escondido, próximo de um curso de água ou de uma lagoa, onde as mulheres e as incircuncidados não pudessem chegar.
Saindo das suas aldeias para a floresta, os jovens eram conduzidos pelos seus respectivos chefes de linhagem, ou legítimos representantes destes, para um local chamado onivattani. Neste local realizava-se os ritos que precediam imediatamente a circuncisão. Esta fazia-se nas proximidades, atrás de um morro de muche, junto de uma árvore frondosa;
Nem sempre havia, qualquer espécie de construção e de corte dos prepúcios no onivattani, tratavam apenas locais de concentração e do corte dos prepúcios tanto no local de concentração como o local de circuncisão eram escolhidos pelo adivinho (nahako) eram protegidos e purificados pelo muene do território e pelo curandeiro da iniciação.
Chegado ao local, os jovens eram circuncisados, pois eram conduzidos sangrar completamente nus para o local onde permaneciam até a cicatrização completa da ferida.
Os padrinhos os pais aconselhavam os circuncisados a obedecer rigorosamente a tudo que os adultos mandavam fazer neste local.
Se a circuncisão ou qualquer outro acidente provoca-se a manifestação da qual resultava a morte do rapaz. O padrinho e os familiares presentes estavam absolutamente proibidos informar a mãe e os membros da linhagem do falecimento do iniciado. Só no fim dos ritos é que os parentes teriam conhecimento da morte do jovem e se procuraria saber quem fora o termo graças dos tabus e provocara aquela morte.
Os alimentos não podiam ser confeccionados com sal molhos picotes; compunham-se sobre tudo de papas cerecus. Os iniciais deviam observar sejus e privações de higiene até a ferida curar, não podia beber água limpa.
Também os pais, os padrinhos estavam sujeitos a certas interdições;devia principalmente alistar-se que actividades sexuais e quanto as feridas dos jovens estivessem abertos; todo a desobediência a esta regra tinha em perigo dos neo circuncisado.
TABUS RELATIVOS A CIRCUNCISÃO
Deste a véspera do dia da corte do prepúcio que os pais dos indivíduos respectivos padrinhos, mestres da circuncisão e ajudantes, e todos aqueles que iam para o local da cerimónia deviam respeitar a continência entre outros tabus como não comer salgados.
Após a circuncisão, os jovens passavam a estar no estado de mwikho, isto é, na situação de impureza ritual (mwikho) é tudo o que é impuro, é forte e perigoso.
Os jovens tinham que permanecer sujos durante todo período reclusão e sujeitar-se de vários tabus que (padrinhos)enumeravam cuidadosamente.
ü  Não podiam comer sal, açúcar, bananas, arroz não cozido, ovos, mikhopo não podiam tocar na comida com as mãos nem oferecer água a ninguém.
ü  Não podiam tomar banho e deviam permanecer nus ou a tanga suja.
ü  Na podiam atiçar fogo nem tocar na cinza.
ü  Deviam dormir sobre folhas de bananeiras; estar com velhos ou esteiras rotas.
ü  Não podiam usar adornos; não podia tomar a iniciativa de se dirigir aos adultos ou falarem num dom de voz elevado;
ü  Não podia subir as árvores.
Os iniciados estavam, pois num estado de impureza ritual durante todo ciclo iniciático e, quanto eles terminavam deviam surgir com sinais sociais da normalidade atingida depois de banho e com intua mentaria apropriada, sendo então recebidos festejos de alegria.
PRIMEIRO BANHO NA FLORESTA
Cada padrinho ocupava-se do ritual com respectivo mestre, enquanto a água escoria pelo corpo do iniciado, o padrinho colocava-se junto dos pés da criança um tição a arder. A água que escoria do corpo apagava o fogo, A água ao apagar a tição fazia fumo que subia e envolvia o iniciando em sinal de maridados. No fim do banho escoava no local com as seguintes palavras ” agora sois crianças” já vos tratava como crianças.
AS INSTRUÇÕES E OS CONSELHOS
Durante o período da reclusão os iniciados eram instruídos os períodos morais, sociais e políticos da sua comunidade. Era sobre tudo os padrinhos, que durante a noite, contavam as suas pupilas as glórias da tribo, as leis e as tradições, os ritos relacionados com a morte e com as cerimónias fúnebres, as regras de higiene, a maneira de se comportar em casa, em viagem com os parentes, com os notáveis, com as mulheres, com os hóspedes nas lutas contra os inimigos, e, a medita que a administração colonial se instalava, o comportamento a ter com os brancos.
Muitas vezes os moços passavam a noite a dormir, aprendendo as canções próprias; cada uma dessas canções tinha uma finalidade pedagógica e era motivo de explicações dos mestres, padrinhos, tios, pais e até de qualquer adulto que estivesse presente.


OS WAHALAS
Os wahalas eram conselhos que os mais velhos davam aos seus parentes mais jovens. Eles só eram transmitidos aos parentes da linhagem nunca eram dados as pessoas estranhas mesmo aos aliados por matrimónio pois que veio casar não toma parte da reunião da família (linhagem da sua esposa). Ensinavam-se os costumes, as regras, as tradições da família.
Aprendia-se, nessa ocasião a conhecer a linguagem e aparentela alargada. Explicava-lhe então a origem da sua família e das pessoas mais ilustres da linhagem e do clã. Falavam-lhe também dos amigos e dos inimigos tradicionais esclarecendo sobre as causas que determinaram as inimizades e amizades com outras famílias. O tio aconselhava e instruía o sobrinho no comportamento a ter as pessoas dessas linhagens e clãs para que soubessem proceder em caso de novo milando (o milandoapodrece). Finalmente, explicava-lhe os segredos que tornava as pessoas de clã, pessoas honradas, respeitadas e ricas.
Entre os segredos e os conselhos figuravam o valor da agricultura, do casamento, da família e uma série e interminável de recomendações de ordem higiénica cívica, sexual e religiosa.
PREPARATIVOS NA ALDEIA 
Quanto as cerimónias estavam quase a terminar o muene informado no desenrolar dos ritos no acampamento, reunia-se com os grandes anciãos dos iniciados para escolher o dia de regresso à aldeia e preparar a festa durante as quais as famílias uterinas recuperavam os seus jovens. E o muene comunicava então ao seu povo o regresso dos iniciados. Como é natural a notícia punha em alvoroças todas familiares dos circuncisados que começavam deste os preparativos para receber os rapazes, mestres e “acompanhantes”. Os familiares dos iniciados compravam roupas novas e óleo para as unções depois de banho na floresta para receber novos membros, o grupo celebrava maior e mais longa festa do ano.
PREPARATIVO NA FLORESTA E REGRESSO A ALDEIA  
Verificamos ao longo das descrições dos ritos iniciáticos, que tanto iniciados assim como mestre, tiveram repetidas vezes de tomar precauções rituais para salvaguardar saúde e vida, mesmo à dos seus familiares.
O fogo, o banho ritual, o novo indumentaria, o nome e os remédios faziam parte da limpeza definitiva dos jovens poluídos. Eram também exortados a guardarem os segredos de todas as ocorrências e castigos que tinham sofrido durante as estadia na floresta.
CERIMÓNIA DE TRONCO     
O povo consistia em saltar um tronco dito Ekulué que colocava na proximidade do rio os iniciados colocavam-se em filas. Na actual fase cerimónias iniciáticas, usado de tronco simboliza mais uma vez uma passagem agora a passagem do mundo para o mundo da floresta, para o mundo cultural da aldeia no qual o iniciado poderia ter um novo Status.
Os iniciados ficavam nus e alinhados na margem do rio, neste estado ouviam os mestres sobre o significado do banho. Este banho, designado pela palavra frio que nele se sentia na estacão seca durante a qual se realizávamos ritos ou pela palavra banho de purificação.
CORTEJO
Logo que o sol nascia os padrinhos conduziam os padrinhos para a aldeia em fila escondendo os dos olhares das mulheres e das crianças com um pano comprido ou com uma esteira. Com a esteira pareciam estranhos animais do mato pelo ninguém podia se reconhecer. Ao encontro do cortejo vinham velhos todas as povoações vizinhas integravam-se e animavam-no com suas canções alegres e por vezes mordazes dirigiam-se com frequência.  
Quando o cortejo aproximava nos locais das cerimónias as mães lançavam os gritos de ELULU de boas vindas.
REGRESSO A CASA DA SUA MÃE
Depois das cerimónias que acabamos de descrever os rapazes dirigiam-se para as casas, acompanhados pelos familiares. Chegado a casa os jovens sentavam-se numa esteira e padrinho tomava um lugar a seu lado então todos os membros da linhagem presentes e os de mais parentes aliados prestava Homenagem ao novo membro da comunidade consagrado pelos ritos de iniciação, o primeiro era a mãe que ao abeirar-se do filho dizia: estou a ver aqui a cara do meu filho, ao mesmo tempo o entregava uma moenda ao seu tutor. Seguiam-se os tis, os irmãos, primos e restantes parentes e vizinhos.
Toda família festejava com uma refeição abundante a grande quantidade de cerveja tradicional.
Mas não podia ainda falar com os pais nem o Muene ou qualquer outro notável da povoação sem que tivesse previamente oferecido qualquer coisa.   
VALORES EVIDENCIADOS NOS RITOS DE INICIAÇÃO
A transmissão vital da infância para o estado adulto, de modo como é vivida nas sociedades de pequena escala a quem nos referimos no nosso estudo sobre a educação tradicional, não é somente um fenómeno fisiológico mais representa fundamentalmente uma transição que abrange todas as dimensões da vida do individuo. Podemos resumir com dois factores: transformação do jovem em pessoa adulto e o alcance do próprio lugar Status na sociedade.    













Conclusão
Depois de uma excelente caminhada da investigação do trabalho, conclui-se que a educação tradicional é um processo de instruir jovens, crianças, á sua própria cultura, transmissão de ideias, hábitos, costumes de uma determinada sociedade.
A educação cultural tradicional vira preparar adolescentes para encarar a outra fase de vida, isto é fase adulta.
Durante o rito de iniciação os rapazes são instruídos morais sociais, políticos da sua comunidade.
As regras de higiene, maneiras de se comportar em casa e na sociedade em viagem e em diferentes lugares.














Bibliografia
Monteiros, E. (2007). Os senhores da floresta. Ritos de iniciação dos rapazes Macuas e Lomués, Maputo, Moçambique: campo das letras.
Martinez, F. (2003). Antropologia cultural. 7ª(edição). Maputo, Moçambique: Paulinas.
www.significados.com.br/educação(17.03.2016;16:35)
www.wikipedia.com/tradição(17.03.2016;16:50)
www.Africanos.eu/ceupe/index.(17.03.2016;17:58)




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